Reclamações Públicas

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12 reclamações encontradas
Não Resolvida

Demora pra fazer exame pet scan

Adufepe

Demora excessiva para consulta, exame ou cirurgia

sou idosa e preciso realziar exame pet scan e a pedi mas a oepradora demora e não responde. laudo medico prescreveu que preciso fazer este exame. Seja detalhado - O que informar: O que aconteceu: Descreva o problema principal, quando começou e qual foi a negativa ou problema específico. Histórico: Há quanto tempo é cliente, se já teve problemas antes, histórico de uso do plano. Documentos: Liste documentos apresentados, laudos médicos, exames, protocolos. Tentativas: Suas tentativas de resolver (ligações, e-mails, protocolos), respostas recebidas. Impacto: Como isso afeta sua saúde, vida, trabalho, família. Inclua aspectos emocionais e financeiros.

Curitiba, PR
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Sofri um reajuste de mais de 50%

Geap

Reajuste abusivo

Sou idosa e com o reajuste nao terei condições de pagar e preciso do plano O que aconteceu: Descreva o problema principal, quando começou e qual foi a negativa ou problema específico. Histórico: Há quanto tempo é cliente, se já teve problemas antes, histórico de uso do plano. Documentos: Liste documentos apresentados, laudos médicos, exames, protocolos. Tentativas: Suas tentativas de resolver (ligações, e-mails, protocolos), respostas recebidas. Impacto: Como isso afeta sua saúde, vida, trabalho, família. Inclua aspectos emocionais e financeiros.

Olinda, PE
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Cobrança indevida de coparticipação em procedimento de urgência

UNIMED PAULISTANA SOCIEDADE COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO

atendimento

Meu marido passou mal em casa com dores intensas no peito e falta de ar. Eram 3h da madrugada. Imediatamente chamei o SAMU e ele foi levado ao Hospital Santa Casa, que é credenciado pela Amil. No pronto-socorro, os médicos suspeitaram de infarto e ele foi imediatamente para o centro de hemodinâmica. Realizaram um cateterismo cardíaco de emergência que, graças a Deus, descartou o infarto. Era uma crise de pânico severa com sintomas físicos intensos. Ele ficou em observação por 14 horas e recebeu alta no dia seguinte. Três semanas depois, recebemos uma cobrança da Amil no valor de R$ 4.200,00 referente a "coparticipação" no atendimento de emergência. Fiquei chocada. Nosso plano tem coparticipação em consultas e exames eletivos, mas em nenhum momento foi mencionado que emergências também teriam cobrança. Além disso, o valor cobrado é absurdamente alto. Liguei para a central para questionar. A atendente me disse que "todos os procedimentos têm coparticipação" e que "está especificado no contrato". Pedi para falar com um supervisor. O supervisor me explicou que a coparticipação é de 30% do valor do procedimento. Argumentei que em situação de emergência, o paciente não tem como escolher onde ser atendido ou questionar custos. Foi o SAMU que nos levou para aquele hospital. Solicitei o detalhamento da cobrança. Descobri valores absurdos: uma ampola de soro fisiológico custando R$ 180,00, taxa de permanência em observação de R$ 90,00 por hora. Claramente há superfaturamento. Reli meu contrato inteiro. Na cláusula sobre coparticipação, não há menção específica sobre atendimentos de urgência e emergência. Um advogado me explicou que há jurisprudência consolidada: coparticipação não pode ser cobrada em atendimentos de emergência onde o paciente não tem escolha. Enviei carta formal à Amil contestando a cobrança e exigindo cancelamento. Se não resolverem em 10 dias, vou acionar o PROCON e entrar com ação judicial. Não vou pagar por uma cobrança abusiva e ilegal.

São Paulo, SP
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Negativa de cirurgia bariátrica com indicação médica comprovada

Unimed

negativa_cobertura

Tenho 42 anos e luto contra a obesidade há mais de 15 anos. Já tentei inúmeras dietas, acompanhamento nutricional, atividade física e até tratamento psicológico. Meu IMC atual é 43 e desenvolvi diabetes tipo 2 e hipertensão arterial como consequências da obesidade. Meu endocrinologista, após anos de acompanhamento, me encaminhou para cirurgia bariátrica. Ele explicou que já esgotamos todas as possibilidades de tratamento clínico e que a cirurgia é agora a única alternativa eficaz para controlar meu peso e as doenças associadas. Protocolei o pedido na Unimed com toda a documentação exigida: laudos médicos de 2 anos de tratamento clínico sem sucesso, avaliações psicológica e nutricional, exames laboratoriais, eletrocardiograma, endoscopia digestiva e termo de consentimento assinado. A primeira negativa veio após 20 dias. O motivo alegado foi "documentação incompleta", mas não especificaram o que faltava. Meu médico revisou tudo e confirmou que estava completo. Reenviamos toda a documentação marcando em amarelo cada item exigido. Após mais 15 dias, segunda negativa. Desta vez alegaram que "não foi comprovado tempo suficiente de tratamento clínico prévio". Isso é mentira descarada - anexei relatórios de 3 anos de acompanhamento endocrinológico e nutricional. Solicitei parecer da auditoria médica explicando detalhadamente por que negaram. Recebi um documento genérico de meia página repetindo que "não foram atendidos os critérios". Não explicaram quais critérios nem apresentaram base técnica para a negativa. Meu médico está indignado. Ele escreveu uma carta detalhada para a operadora explicando que meu caso atende todos os critérios da Resolução CFM nº 2.131/2015 e do Rol da ANS. Destacou que continuar apenas com tratamento clínico está colocando minha vida em risco. Estou há 4 meses nesse processo desgastante. Pago R$ 1.850,00 mensais pelo plano individual e quando preciso de um procedimento coberto por lei, sou tratada como se estivesse pedindo um favor. Registrei reclamação na ANS, no PROCON e estou contratando advogado. A Unimed precisa autorizar essa cirurgia que pode salvar minha vida.

Belo Horizonte, MG
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Negativa de tratamento para autismo - Terapias multidisciplinares

AMIL ASSISTENCIA MEDICA INTERNACIONAL S.A.

negativa_cobertura

Meu filho de 5 anos foi diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nível 2 há um ano. O neuropediatra que o acompanha prescreveu um tratamento multidisciplinar intensivo incluindo: psicologia (3x/semana), fonoaudiologia (3x/semana), terapia ocupacional (2x/semana) e psicopedagogia (2x/semana). Somos beneficiários da SulAmérica há 7 anos. Protocolei os pedidos de todas as terapias com relatório médico completo, laudo do diagnóstico, avaliações de cada profissional e justificativa da quantidade de sessões semanais necessárias. A SulAmérica autorizou apenas 1 sessão por semana de cada terapia. Ou seja, em vez das 10 sessões semanais prescritas, autorizaram apenas 4. A justificativa foi que "a quantidade solicitada excede o que é considerado adequado". Expliquei à operadora que o tratamento do autismo, especialmente em crianças pequenas, requer intervenção intensiva. Cada mês de atraso ou tratamento inadequado compromete o desenvolvimento do meu filho. A resposta foi: "a autorização está de acordo com nossos protocolos internos". Entrei com recurso anexando estudos científicos, diretrizes internacionais e nacionais sobre tratamento de TEA, e uma carta do neuropediatra explicando detalhadamente por que meu filho precisa dessa frequência. O recurso foi negado em 48 horas - tempo insuficiente para uma análise séria. Consultei a Lei Berenice Piana (12.764/2012) que garante direitos das pessoas com autismo, incluindo tratamento adequado. Consultei também a jurisprudência e há centenas de decisões obrigando operadoras a cobrir tratamento intensivo para TEA. Tentei pagar as sessões extras de forma particular enquanto lutava pela autorização. São R$ 8.400,00 mensais adicionais. Minha família não tem condições de manter esse custo por muito tempo. A SulAmérica está negando um tratamento essencial para o desenvolvimento do meu filho. Cada semana que passa sem o tratamento adequado é uma janela de oportunidade perdida. Estou entrando com ação judicial pedindo liminar para garantir todas as terapias prescritas e ainda vou solicitar indenização por danos morais. É desumano o que fazem com famílias de crianças com autismo, negando tratamento que pode mudar o futuro delas.

Curitiba, PR
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Demora de 6 meses para conseguir consulta com neurologista

Porto Seguro Saúde

atendimento

Comecei a ter crises de enxaqueca severa em janeiro deste ano. As dores são tão fortes que me impedem de trabalhar e realizar atividades cotidianas. Meu clínico geral me encaminhou para um neurologista com caráter de urgência. Liguei para a central da Porto Seguro Saúde para agendar a consulta. Foram 35 minutos na linha até ser atendida. A atendente me informou que a primeira disponibilidade para neurologista era para daqui a 6 meses. Achei que era erro de sistema. Confirmei com a atendente: seis meses mesmo. Ela me explicou que é o tempo de espera "normal" para especialidades mais procuradas. Perguntei se havia algum neurologista com disponibilidade mais próxima, mesmo que em outra região da cidade. Resposta: não. Pedi para falar com a supervisora. Após mais 20 minutos de espera, fui atendida. Expliquei minha situação, mostrei que tinha encaminhamento médico com caráter de urgência. A resposta foi a mesma: 6 meses é o prazo disponível. Decidi ligar diretamente para alguns consultórios de neurologistas da rede credenciada. Em 7 ligações, 5 me informaram que não estão mais atendendo pela Porto Seguro porque a operadora atrasa pagamentos. Os outros 2 confirmaram que estão com agenda lotada para muitos meses à frente. Voltei a ligar para a operadora e relatei o que descobri. A atendente me disse que "não tem como confirmar essa informação" e manteve o agendamento para 6 meses. Solicitei lista atualizada de neurologistas da rede - até hoje não recebi. Sem alternativa, paguei uma consulta particular que custou R$ 650,00. O neurologista me receitou medicação controlada e solicitou uma ressonância magnética cerebral. Protocolei o pedido do exame na Porto Seguro e, adivinhem, está demorando mais de 30 dias para liberar. Pago mensalmente R$ 980,00 por um plano que não me dá acesso a médicos especialistas em tempo razoável. Já registrei reclamação na ANS e vou solicitar reembolso da consulta particular. A Porto Seguro está vendendo um serviço que não consegue entregar. Isso é propaganda enganosa e descumprimento de contrato.

São Paulo, SP
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Demora absurda na liberação de quimioterapia - Paciente oncológica

UNIMED PAULISTANA SOCIEDADE COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO

urgencia

Fui diagnosticada com câncer de mama em estágio 2 em agosto deste ano. Meu oncologista solicitou início imediato de quimioterapia neoadjuvante, que deve ser feita antes da cirurgia para reduzir o tumor. O protocolo médico é claro: não pode haver demora no início do tratamento. Sou beneficiária da Amil há 8 anos e sempre paguei religiosamente. O pedido de quimioterapia foi protocolado no dia 20 de agosto com toda a documentação: biópsia, laudo anatomopatológico, estadiamento, protocolo de tratamento e justificativa da urgência. Segundo a ANS, procedimentos oncológicos devem ser autorizados em até 3 dias úteis devido à urgência. Já se passaram 15 dias e não obtive nenhuma resposta da operadora. Ligo todos os dias e sempre me informam que "está em análise". Meu médico já me alertou: cada semana de atraso pode comprometer o tratamento. O tumor está crescendo e quanto mais tempo passar, menor a chance de sucesso da quimioterapia neoadjuvante. Estou desesperada vendo o tempo passar. Protocolei três ligações solicitando urgência no processo. Em uma delas, fui informada que "faltava um documento", mas ninguém soube me dizer qual documento. Meu médico confirmou que enviou tudo o que era necessário. Parece que estão criando obstáculos propositalmente. Consegui um atendimento na ouvidoria da Amil. A atendente foi educada, mas só repetiu que "o prazo ainda está dentro do previsto" e que "não há como acelerar a análise". Como assim não há como acelerar um caso de câncer? Minha família está em desespero. Estamos considerando pagar a quimioterapia particular, mas são R$ 28.000,00 por sessão e serão necessárias 6 sessões. É um valor que vai comprometer todas as nossas economias. Registrei reclamação formal na ANS e estou buscando advogado para entrar com ação judicial urgente. É desumano o que a Amil está fazendo. Não estou pedindo nada além do que já paguei por anos. Quero apenas o tratamento que pode salvar minha vida e que está sendo negado por burocracia injustificável.

Belo Horizonte, MG
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Recusa de atendimento em hospital da rede por "falta de vaga"

Bradesco Saúde

atendimento

Meu filho de 3 anos teve febre alta (39,5°C) que não baixava com medicação caseira. Por volta das 22h, decidi levá-lo ao pronto-socorro do Hospital São Lucas, que é credenciado pela Bradesco Saúde e fica a 10 minutos da minha casa. Ao chegar na recepção, apresentei a carteirinha do plano. A atendente verificou no sistema, confirmou que estava tudo ok com o plano, mas me informou que não havia vagas disponíveis no pronto-socorro infantil. Fiquei perplexa. Perguntei como um pronto-socorro pode não ter vaga para uma emergência pediátrica. A resposta foi que "todas as macas estavam ocupadas" e que eu deveria procurar outro hospital da rede. O segundo hospital mais próximo fica a 35 minutos de distância. Com meu filho febril e chorando, tive que dirigir até lá. Quando cheguei, a mesma história: "não temos vaga no momento, procure outro hospital". Liguei desesperada para a central da Bradesco Saúde. Foram mais de 50 minutos de espera até ser atendida. A atendente me passou a lista de hospitais da rede, mas não conseguia garantir que teria vaga em algum deles. Já eram 23h45 e meu filho cada vez pior. Decidi ir para um hospital particular não credenciado e pagar do meu bolsinho. Gastei R$ 1.800,00 no atendimento. O pediatra diagnosticou uma infecção bacteriana que precisava de antibiótico urgente. O médico ficou indignado quando contei o que aconteceu. Ele me explicou que pronto-socorro não pode recusar atendimento de emergência alegando "falta de vaga". Isso é irregular e coloca em risco a vida dos pacientes. Solicitei reembolso à Bradesco Saúde das despesas que tive. Eles negaram alegando que eu "escolhi" ir a um hospital fora da rede. Isso é um absurdo! Não escolhi nada, fui obrigada porque DOIS hospitais da rede se recusaram a atender meu filho. Registrei reclamação formal e vou exigir o reembolso completo. É inadmissível pagar um plano caro e não conseguir atendimento de emergência para uma criança.

Porto Alegre, RS
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Cancelamento unilateral do plano após uso de UTI

UNIMED DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO

atendimento

Sou beneficiária de um plano individual da NotreDame Intermédica há 4 anos. Sempre paguei em dia, nunca atrasei uma parcela. Em maio deste ano, tive uma pneumonia grave que me levou à UTI, onde fiquei internada por 12 dias. O tratamento foi todo coberto pelo plano, não houve problemas na autorização ou na internação. Recebi alta em junho e estava me recuperando bem em casa. Achei que o pior tinha passado. Para minha surpresa, no dia 15 de julho recebi uma carta registrada da operadora comunicando o cancelamento do meu plano. A justificativa apresentada foi "inadimplência", mas isso é mentira - tenho todos os comprovantes de pagamento em dia. Entrei em contato imediatamente com a central. Após 40 minutos de espera, fui informada que na verdade não era inadimplência, mas sim "rescisão contratual conforme cláusula 18.3 do contrato". Pedi explicações sobre essa cláusula. A atendente me disse que a operadora tem o direito de cancelar planos individuais "em situações excepcionais de alto custo". Ou seja: usei o plano para uma emergência legítima e agora estou sendo punida por isso. Minha internação custou cerca de R$ 85.000,00. Consultei um advogado que me explicou: isso é ilegal. A operadora não pode cancelar o plano unilateralmente apenas porque o beneficiário usou os serviços, ainda mais em uma emergência médica. A rescisão só seria válida em caso de fraude ou inadimplência comprovada. Tentei negociar com a NotreDame por 3 semanas. Enviei cartas, e-mails, fiz diversas ligações. A resposta foi sempre a mesma: "a decisão está mantida". Ofereceram apenas a possibilidade de eu contratar um novo plano, obviamente com valores muito maiores. Fiquei sem plano de saúde justamente depois de uma internação grave, em um momento em que mais preciso de acompanhamento médico. Tenho 58 anos e conseguir outro plano individual com preço acessível é praticamente impossível. A NotreDame está me deixando em situação de total vulnerabilidade. Registrei reclamação na ANS e vou entrar na justiça para reverter esse cancelamento abusivo e ainda pleitear indenização por danos morais.

São Paulo, SP
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Negativa de home care para paciente pós-AVC com sequelas graves

AMIL ASSISTENCIA MEDICA INTERNACIONAL S.A.

negativa_cobertura

Meu pai, 68 anos, é beneficiário da SulAmérica há 22 anos. Em março deste ano, sofreu um AVC isquêmico grave que o deixou com sequelas motoras significativas. Após 45 dias internado, recebeu alta hospitalar com recomendação médica expressa de home care. O neurologista, o fisioterapeuta e a equipe multidisciplinar que o acompanhou no hospital foram unânimes: ele precisa de atendimento domiciliar com fisioterapia diária, fonoaudiologia, enfermagem e acompanhamento médico regular. O estado dele não permite deslocamento constante para clínicas. Protocolamos o pedido de home care com toda a documentação: relatório médico completo, prescrição detalhada dos atendimentos necessários, exames, laudos e justificativa da impossibilidade de locomoção. O processo foi iniciado ainda durante a internação, em abril. A SulAmérica negou o pedido alegando que "o quadro clínico não se enquadra nos critérios para home care". Segundo eles, meu pai "tem condições de se deslocar para atendimentos ambulatoriais". Isso é uma mentira descarada - ele está em cadeira de rodas e tem dificuldade até para engolir. Entramos com recurso apresentando novo laudo médico reforçando a necessidade. O recurso foi negado novamente. A operadora insiste que ele deve ir até as clínicas da rede, mesmo com todas as limitações físicas documentadas. Tentamos contratar home care particular enquanto isso, mas o custo é de R$ 12.000,00 mensais, valor impossível para nossa família. Minha mãe está se desdobrando para cuidar dele sozinha em casa, mas não tem formação para isso e a recuperação dele está sendo prejudicada. Consultamos um advogado especializado que nos explicou: o home care é cobertura obrigatória quando há indicação médica e impossibilidade de locomoção, exatamente o caso do meu pai. A SulAmérica está negando um direito previsto no Rol da ANS. Registramos reclamação na ANS e estamos entrando na justiça para conseguir uma liminar. É revoltante pagar um plano caríssimo por mais de 20 anos e, no momento de maior necessidade, ser abandonado. A empresa está colocando lucro acima da vida de um paciente que precisa urgentemente de atendimento adequado.

Rio de Janeiro, RJ
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Reajuste de 45% sem justificativa técnica - Plano coletivo empresarial

UNIMED DE BELO HORIZONTE COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO

reajuste_abusivo

Sou responsável pelo RH de uma empresa de médio porte com 120 funcionários. Há 5 anos mantemos contrato de plano de saúde coletivo empresarial com a Hapvida. Sempre pagamos em dia e nunca tivemos problemas graves com sinistralidade. Em setembro deste ano, recebemos um comunicado sobre o reajuste anual do plano. Para nossa surpresa, o índice aplicado foi de 45%, muito acima da inflação do período (4,8%) e muito acima também dos reajustes dos anos anteriores, que sempre ficaram entre 8% e 12%. Solicitamos imediatamente a memória de cálculo e justificativa técnica do reajuste, conforme é nosso direito. A Hapvida demorou 20 dias para enviar um documento genérico de apenas 2 páginas, que não detalha adequadamente os custos que justificariam um aumento tão expressivo. O documento menciona "aumento nos custos médico-hospitalares" e "sinistralidade do grupo", mas não apresenta números específicos da nossa empresa. Consultamos nosso corretor e descobrimos que nossa sinistralidade em 2023 foi de apenas 68%, abaixo da média do mercado. Fizemos cotações com outras operadoras e os valores ficaram 30% menores do que o proposto pela Hapvida após o reajuste. Isso comprova que o reajuste não tem fundamento técnico real, é apenas uma forma de aumentar a margem de lucro. Tentamos negociar com a operadora por 3 semanas. Participei pessoalmente de duas reuniões onde apresentamos dados concretos mostrando que nossa empresa não justifica esse reajuste. A resposta foi sempre a mesma: "é o índice aplicado para todos os grupos similares". O reajuste representa um aumento de R$ 97.000,00 anuais no custo total do plano. Para uma empresa de médio porte como a nossa, isso é um valor muito significativo e pode até inviabilizar a manutenção do benefício para os funcionários. Estamos considerando trocar de operadora, mas isso geraria transtorno para todos os funcionários que terão que mudar de médicos e refazer cadastros. A Hapvida está nos colocando contra a parede. Já registramos reclamação na ANS e vamos acionar o PROCON. Esse tipo de reajuste abusivo não pode ser aceito.

Fortaleza, CE
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Negativa de cirurgia de catarata após aprovação do oftalmologista

Unimed

negativa_cobertura

Sou beneficiária da Unimed há mais de 15 anos e nunca tive problemas até agora. Em junho deste ano, comecei a perceber uma diminuição significativa na minha visão, principalmente no olho direito. Procurei um oftalmologista da rede credenciada que, após exames detalhados, diagnosticou catarata em estágio avançado. O médico me explicou que a cirurgia era necessária e urgente, pois a catarata estava comprometendo seriamente minha qualidade de vida. Não consigo mais dirigir à noite, tenho dificuldade para ler e até para reconhecer rostos à distância. Meu trabalho como professora também está sendo prejudicado. O oftalmologista emitiu o pedido médico com toda a documentação necessária: relatório completo, exames de ultrassom, biometria ocular e justificativa clínica detalhada. Protocolei a solicitação na Unimed no dia 15 de julho, com toda a expectativa de uma aprovação rápida. Passaram-se 30 dias e recebi uma carta da operadora negando a cobertura. A justificativa foi absurda: alegaram que a cirurgia não seria "estritamente necessária" e sugeriram que eu aguardasse mais 6 meses para "observar a evolução do quadro". Isso vai completamente contra a orientação do meu médico. Entrei em contato com a central de atendimento por três vezes. Em todas as ocasiões, fui informada que a negativa foi baseada em "análise técnica" da auditoria médica, mas ninguém soube me explicar qual critério técnico foi usado. Solicitei o parecer completo da auditoria, mas até hoje não recebi. Consultei outro oftalmologista para ter uma segunda opinião e ele confirmou: a cirurgia é sim necessária e não deve ser adiada. Ele ficou surpreso com a negativa, pois a catarata está no Rol de Procedimentos da ANS como cobertura obrigatória, sem restrições absurdas como "aguardar evolução". Estou há 2 meses esperando uma solução. Minha visão continua piorando e isso está afetando minha vida profissional e pessoal. Já paguei mais de R$ 80.000,00 em mensalidades ao longo desses 15 anos e agora, quando preciso, sou deixada na mão. Registrei reclamação na ANS (protocolo #4523789) e estou buscando apoio jurídico. É inaceitável que uma cirurgia com indicação médica clara seja negada sem justificativa técnica adequada. A Unimed precisa rever essa decisão imediatamente, pois estou sendo privada de um tratamento essencial que já paguei por anos.

São Paulo, SP
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